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O imposto europeu

25.11.22

O IVA é o imposto de eleição da União Europeia. Apesar de existirem margens na maioria dos outros impostos, uma coisa é sagranda na UE, que o IVA existe em todos os estados-nações da organização, e supostamente nunca tem um valor geral inferior a 15 % e um valor mínimo de 5 % para bens de considerados essenciais. Claro, que como todas as regras da UE, excepto a submissão ao neo-liberalismo, não estão escritas na pedra, e há estados de primeira e de segunda nestas regras.

camenzind evolution's google office flourishes in dublin

À media que o cartel industrial que formou a CEE se transformou numa organização política internacional mais complexa, e eventualmente cimentou na UE que conhecemos hoje, observaram-se três tendências de impostos nos seus estados membros:

  1. A redução do IRC e os impostos ao capital industrial;
  2. A redução do número de escalões e taxas máximas do IRS;
  3. A subida do IVA para compensar os dois outros pontos.

Basicamente, com o tempo, o capital passou a pagar cada vez menos sobre os seus lucros, e passá-los para o inescapável IVA, que é pago por todos. Mas que devido à sua natureza regressiva incide mais fortemente sobre os rendimentos de quem é mais pobre.

A corrida ao IRC mínimo

A criação de estados-nações que têm dentro de si legislação que os torna paraísos fiscais para o grande capital, como o exemplo, da Irlanda para atraír multinacionais como a Google ou a Microsoft, origina uma competição a esta atracção. Como previamente estes congolmerados capitalistas não existiam como parte das receitas de um dado estado, mesmo taxados a valores irrisórios como 5 % (na realidade a Google paga bem menos ao estado irlandês), a sua presença traduz-se num cheque anual na ordem de algumas centenas de milhões de euros.

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Se esse valor é irrisório para a entidade capitalista que a paga, e incentiva-a a fazer pressão sobre os estados a reduzirem-lhe ainda mais essa taxa por via da corrupção, por outro para um estado é uma oportunidade de fazer dinheiro fácil. Isto é, até existir competição entre estados nesta corrida, que é exactamente aquilo a que as regras monetárias e financeiras da UE, incentivam. Uma corrida para a assimptota do zero no IRC. Eventualmente reduzindo o tal cheque anual a uma insignificância, onde todos ficam a perder, excepto as Googles.

Além disso, à medida que os conglomerados capturam todas as restantes empresas que lhes fazem competição ou que passam a ter "utilidade" no seu leque de subsidiárias, cada se torna mais difícil não ter as empresas que detêm lucro fora da sua esfera. O que por consequência leva a que o IRC geral, fora dos estatutos especiais destas empresas, se torne uma barreira à competição capitalista. Na realidade não é o IRC o problema, mas sim, a incapacidade de se poder competir no mercado capitalista quando este está num estágio de tal forma monopolista que meia dúzia de empresas ou detêm tudo, ou sub-contratam praticamente tudo. Onde ocorre uma privatização e aglomeração praticamente total da economia na sua esfera.

As reduções de escalões e as injustiças

No que toca aos salários individuais no IRS e impostos equivalentes, à medida que os escalões mais elevados são reduzidos para valores abaixo dos 50 %, existe também uma tendência em acentuar o seu impacto e taxa nos escalões inferiores. Basicamente ao reduzir-se a inclinação no topo, o imposto tende a nivelar-se e a subir na base.

Tax Rate GIF - Tax Rate Income GIFs

Isto quando se associa à geral incompreensão do funcionamento do IRS num estado-nação como Portugal, conduz à perpetuação do eterno mito do pequeno-patrão que diz conta que o seu empregado preferiu não ter um aumento, por perder rendimento por causa do IRS. As tabelas de retenção não são o valor real taxado do IRS, mas sim o seu tecto máximo. E o IRS real tem de ser calculado caso a caso, para praticamente todos os cidadãos que o paguem. Quem tiver gastos e pedir facturas, recebe uma devolução no ano seguinte depois do mês de abril, efectivamente reduzindo uma taxa de retenção na fonte de 12 %, para valores de 10 ou 8 %, dependendo dos gastos.

Isto não significa que não existem injustiças na aplicação corrente do modelo. Porque é perfeitamente possível um trabalhador não pertencer à classe média (classe de gestores e associados) e receber um salário na ordem dos 2 000€, e aí terá retenção na ordem dos 20 %. Se receber o dobro, o que é genuinamente raro para quem faz trabalho pelas próprias mãos, mas não impossível, chegará quase aos 30 %. Para pagar 40 % terá que estar na casa dos 20 mil euros, e o tecto máximo encontra-se nos 43,8 %. Obviamente este modelo não é justo, e pesa na mente e consciência de quem trabalha. Ainda assim, devido à sua progressividade (já subvertida, mas ainda presente) é relativamente justo. Não tanto como o IMI, mas é melhor que o IVA.

O imposto regressivo

Diz-se que o IVA é um imposto regressivo porque na sua essência todos pagarmos uma igual percentagem sobre um bem é algo fundamentalmente preverso e injusto, face à disparidade de rendimentos. Isto inclui, todos, inclusive quem não tem rendimentos ou quem depende de assistência do estado social para sobreviver.

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Mas não há nada como demonstrá-lo com contas, digamos que:

  1. Há um produto num supermercado cujo preço final se encontra nos 20 € (realisticamente seria 19,99 € por causa do efeito de preciário psicológico);
  2. Esse custo contém 23 % de IVA, ou seja, 4 euros e sessenta cêntimos de IVA;
  3. Os restantes 15,4 são o preço sem IVA;

Estes 4,60 € são muito diferentes se tivermos em conta rendimentos diferentes, por exemplo para o salário mínimo nacional:

  1. Salário mínimo bruto de 705 €;
  2. Menos a contribuição de 11 % da segurança social de 77,55 €
  3. Rendimento bruto de 627,45 €;
  4. 4,60 / 627,45 * 100 = 0,733 %.

Comparemos com alguém que ganha o dobro desse salário com o valor máximo de retenção na fonte, assumindo que a taxa não é ajustada ao fim do ano:

  1. Salário de 1410 €
  2. Subtrai-se a contribuição de 11 % de 155,10 € e a retenção de 16,1 % de 227,01;
  3. O rendimento bruto é de 1 027,89 €.
  4. 4,60 / 1 027,89 * 100 = 0,448 %.

Trata-se de uma redução, para quase metade do impacto do IVA, mas vamos a mais um exemplo, alguém que ganhe 10x o salário mínimo:

  1. Salário bruto de 7050 €;
  2. Contribuição de 775,50 € e retenção de 36,2 % de 2 552,10 €.
  3. O rendimento bruto é de 3 722,40 €.
  4. 4,60 / 3 722,40 * 100 = 0,124 %.

Em suma, quanto menos se ganhar maior é o impacto  do IVA. Obviamente para uma única compra estes valores aparentam ser irrisórios, mas o IVA, mesmo na sua taxa reduzida, é cobrado em todas as compras de todo o consumo. E dado que uma pessoa mais pobre tende a gastar mais proporção do seu rendimento em consumo, porque não têm como investí-lo, a proporção que o IVA come sobre os rendimentos mais baixos é ainda mais significativo.

Além disso, a redução do IVA, trás casos em que ele é reduzido, mas os preços finais continuam iguais. Como foi o caso da redução do IVA da restauração para os 13 %. Isto porque, do ponto de vista de um capitalista racional, não faz sentido reduzir a conta, face a meter essa diferença ao bolso. O cliente já está habituado a pagar, e a transformação mais chata do circuito do capitalismo (a venda) está garantida, porquê perder esse valor? Seria possível um estado acautelar estes casos, mas o capital político necessário para tal numa democracia liberal parece ser algo incomensurável.

Se existe um imposto obsceno e indigno de ser cobrado é o IVA. Que é simultaneamente o garante dos estados neo-liberalizados da UE, como o seu imposto obrigatório. A importância do IVA é tal que em Espanha representa 85 % da receita do estado com impostos!

Um imposto feito sobre o consumo, o suposto imperativo da sociedade capitalista, pelo menos para as massas, em contraste com o lucro sagrado dasentidades privadas é um fantástico esquema. A obrigatoridade torna ilegal eliminar o IVA a título permanente na UE. A realidade é que a eliminação do IVA é uma necessidade para se forçar o reajuste dos outros impostos, estes sendo mais justos e redistributivos da riqueza gerada na sociedade. Dada esta imposição europeia, não é possível eliminá-lo de forma democrática. Porque as democracias europeias estão perpetuamente amordaçadas às decisões anti-democráticas do Eurogrupo. Contudo justifica-se a existência do IVA em argumentos ocos sobre competitividade entre estados. A mesma competitividade que não se importa de por a competir estados-nações da periferia, alguns que nunca tiveram revoluções industriais, com estados-nações como a Alemanha.

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Publicado às 11:48


18 comentários

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De João Felgar a 27.11.2022 às 11:31

Então se é assim que ao demonstrar a presença do IVA nos nossos bolsos, como é que o Povo continua a votar no errado ?

Será preciso mostrar aos demais essas contas e fazer entender o Povo que ao votar acontece isto. e ai com toda a informação, estaremos com convição em escolher melhor os candidatos.

Como já sei disto, eu não voto, porque supostamente, é pratica comum por todos os partidos atuarem desta forma.

João Felgar
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De Cãomunista a 28.11.2022 às 18:23

A presença na UE é incompatível com a abolição do IVA, por isso não me parece que isto seja meramente uma questão de votar ou não.
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De João Felgar a 28.11.2022 às 20:00

O IVA é um mecanismo de taxa que vai limitar a produção e respetivas trocas comerciais, e deviam eliminar estes impostos e assim dinamizar a economia.

O votar é a minha decisão, minha responsabilidade em não votar, não tem nada haver com este imposto, tem haver com o sistema Republicano que permite uma exploração ao povo para alguns viverem como senhores de seus feudos


João Felgar
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De Cãomunista a 29.11.2022 às 11:29

Não é o republicanismo que faz ou deixa de fazer diferença nisto. Tanto que o que descreves é mais típico do monarquismo histórico (o que realmente ocorreu) português, e este correlaciona-se com maior exploração do povo (especialmente face ao pós 25 de Abril). O problema é o sistema económico que define essas desigualdades sociais capitalismo, e antes dele, o feudalismo.
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De João Felgar a 29.11.2022 às 20:19

Pois o Republicanismo, temos impostos até dizer chega, exploram o povo com tantos impostos.

Na Monarquia, toda gente paga 1/8 por ano, não é por mês. Só pagavam isto e estes não exploravam as pessoas, como a República faz, Rama, IRS, IVA, Selo, IMI, SS, etc


As disposições do presente Decreto de nenhum modo compreben, dein quaesquer foros, pensões, ou rações, que se pagão a Senhorios parti. culares por posse immemorial, por emfyteuse , ou por outro qualquer contracto, ou titulo particular, nem tambem são applicaveis ás lezirias, e a'outras terras, de que a Nação he proprietaria; e os Lavradores somente caseiros, ou rendeiros. in l. 24° 0 presente. Decreto começará a ter effeito desde o dia vinte e quatro de Junho do corrente anno. .:.,:25. Fica revogada qualquer especie de Legislação na parte, em que se oppozer ás disposições do presente Decreto. Paço das Cortes em 8 de Junho de 1822

DOM JOÃO por Graça de Deos, e pela Constituição da Monarquia, Rei do Reino Unido de Portugal , Brazil, e Algarves, d'aquem e dalém Mar em Africa, etc. Faço saber a todos os meus Subditos que as Cortes Decretárão o seguinte ; ; A's Cortes Geraes Extraordinarias e Constituintes da Nação Portugueza , reconhecendo a necessidade de prover acerca das oppressões, que pezão sobre a Agricultura, e possuidores dos Bens do Reguengo da Cidade de Tavira , Decretão o seguinte: At ...

1. Será reformado com a possivel, brevidade, ouvidos os interessados, o Tombo dos bens reguengueirós de Tavira feito em o anno de 1728, inslaurando-se os verdadeiros limites daquelle Reguengo, e excluindo-se todas as propriedades, que nelle forão introduzidas pelo novo Foral, e Tombo de 1787

2. Concluida a reforma do Tombo, assim os bens pertencentes ao Re guengo, como aquelles, que delle ficarem excluidos, segundo a dįsposição do Artigo antecedente, reassumirão a mesma qualidade, e natureza de prazo, que tinhảo, com as mesmas pensões , foros, ou prestações, a que erão sujeitos antes da públicação do Alvará do 1.0! de Junho de 1787. 08 proprietarios de quaesquer destes bens , não são por este beneficio privados daquelle, que possa competir-lhes por vịrtude do Decreto de 3 de Junho do corrente anno.

3. Ficão revogados tanto'o Alvará do 1. de Junho de 1787, como quaesquer Decretos, Resoluções, ou_Ordens, em tudo quanto for contrario ás disposições do presente Decreto. Paço das Cortes em 4 de Junho de 1822.

Por tanto Mando a todas as Authoridades, a quem o conhecimento, e execução do referido Decreto pertencer, que o cumprão, e executem tảo inteiramente como nelle se contém. Dada no Palacio de Queluz em 5 de Junho de 1822. ELREI Com Guarda. Sebastião José de Carvalho.

Carta de Lei, por qué Vossa Magestade manda executar o Decreto das Cortes Geraes Extraordinarias e Constituintes da Nação Portugueza de 4 do corrente mez, qué ordena a reforma do Tombo dos bens reguenqueiros da

Os Republicanos falam tudo de côr, e quando se vai a ver os decretos de impostos, são de 1/8 por transação do escravo, da oitava para galinhas e isto para si, é exploração.

Quando tivermos a monarquia novamente, vou deixa lo estar em Portugal, para assistir a falta de impostos que vai sentir no seu bolso.


João Felgar
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De Cãomunista a 02.12.2022 às 20:40

O estado moderno faz muito mais que os estados antigos, nem que seja a começar pelo facto de - em Portugal - ter de sustentar uma sociedade pós-revolução industrial (algo que a monarquia falhou redondamente a trazer para cá). Por consequência de tudo o que faz, o seu aparato é maior e acarreta mais custos, logo temos mais impostos. O peso de impostos em Portugal está em linha com o que se faz por esse mundo fora em monarquias constitucionais... estás a ter saudades de um mundo que já morreu há muito, e nunca irá voltar.

Vamos à loucura e digamos que passamos a ter um novo rei português: ele não irá fazer desaparecer o aparato existente do estado, será um mero cabeça de estado, como é no presente o presidente da república. E terá o poder igualmente nulo ao PR no que toca a impostos. Além de que "1/8" não significa nada no mundo moderno, e pior, pesa mais no bolso dos pobres, que no capitalismo leva a que os ricos corrompam o sistema ainda mais rápido do que quando os impostos são (mais) progressivos.
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De João Felgar a 02.12.2022 às 23:56

Não o Rei, não será um mero representante, está enganado.

A Monarquia Portuguesa que se implementar, não terá partidos, nem políticos.

Os impostos das empresas exportadoras, eram eliminados, os organismos do Estado, fundações, as participações Publico ou Privadas, eram eliminados, as reformas vitalícias eliminadas, e tantas outras situações, nisto tudo o Estado economizava 22 mil milhões de euros numa assentada.

O Rei sabe para onde quer ir, e sabe como fazer.

O Rei pede a todos os emigrantes portugueses que retornem a Portugal, pede que os Judeus voltem à sua origem de Portugal.

João Felgar
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De Cãomunista a 03.12.2022 às 10:17

Que o rei não será um representante concordamos em absoluto. O rei nunca representa outra coisa senão ele próprio como a sua classe social... que neste momento é uma classe inexistente em Portugal. Isto é impossível de se realizar.

A monarquia portuguesa tinha partidos e políticos. A começar pelo rei, o principal político, porque é isso que ele é. Lá porque os partidos são oficiais ou não, e se têm nomes ou não, não faz com que não existam. Partidos políticos são só as facções que existem entre os políticos do regime.

Pouparias 22 mil milhões de... não sei bem quê. Porque a presença na UE, e na moeda única, precisa de um aparato do estado equivalente em função e dimensão ao actual. Não é possível purgar-se o estado e fazer contas em euros. Além de que abolir organismos do estado (e especialmente os do estado social como o SNS, a segurança social, e as escolas públicas - os mais "caros") implicaria um colapso civilizacional... e com o estado enfraquecido por essa mega-poupança e isolado da UE, terias uma revolta popular... o que, admitidamente aprovo. Em alternativa à revolta darias azo à ascensão de uma oligarquia capitalista que mandaria com braço de ferro.

Vais-me desculpar, mas parece-me que esse rei que apregoas não passa do teu dom sebastião pessoal. Porque nem o PPM almeja algo desse género.

Já agora, o que achas do PR actual ser monarquista? Aprecias a ironia tanto como eu, ou nem por isso?
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De João Felgar a 03.12.2022 às 19:10

O Rei vai cumprir escrupulosamente as cortes de Lamego de 1143 no ADN, o resto é conversa

16 avô paterno, Frederico III & IV da Germaniae Imperator com Hadsbourg, Austria e Espanha com Leonora de Portugal

Cujus frater Albertus tantae gloriae invidens, cum vice quadam in curia ipsius impera oris venisset et collationem habere nequiret, Judaeis impedientibus ne ingrederetur, stimpsit cretum et scripsit in pariete : « Fredericus rex non Romanorum sed Judaeoum

15 avô paterno, Maximiliano I da Germaniae Imperator, Espanha com Maria de Bourgonha filha de Louis XI rei de França.

Quod fi igitur Rex amore boni publici a Gallo fe disjungere, ac ubi hic moderatam actutam pacem dfpernetur , in Felgarum partes æquis conditionibus tranfirevelit, Eletorem honeftae paci conciliandæ officium offerre

Felgarum principes ex familia Auftriaca, primum Maximilianus uxoris jure Marice Burgundæ. Cap. II. Philippus pulcher. Cap. III. Çarolus V. Imperator. Cap. IV. Philippus II. Cap. V. Albertus & Ifaa bella. Cap. VI. Philippus IV. Cap. VII. Carolus II. Rex. Cap. VIII, Carolus VI. Imperator. Cap. IX. Maria Teresa.

14 avô paterno, Philippus I de Espanha Imperator

Philippus iufferat. Belgio I». & colloquio fatis id compertum , cum affeueraret, fi clementer haberemtur, comjiamtes obfequij omnesfore. experiundo didiciße, Felgarum ingemia impellim

Philippo. Valesio. Eono. (1) Burgundionum. Felgarum. et. Christiani. orbis. Maximo. Principi.Indulgentissimo. Domino. Qui. postquam. Brabantia. Limburgo. Luxemburgo. Namurco. Hannonia. Hollandia. Zeelandia. Frisia. Belgicæ. provinciis. Imperium. Burgundicum. propagasset. Augustissimum. aurei. Volieris, Ordinem instituisset, fatis. concessit, an. M. CCCCLXVII. d. xv iuni

13 avô paterno, Carolus V é Imperator Germaniae e Espanha I

Histoire de Franc. zwar Caroli V. Leben 48) STRADA dę B. Belg. Dec. I. l. to. p. 626. versprochen, es ist aber nicht zum Vorschein DAYLE Art. Iưan. d'Autriche & Barbare Bloinberg. kommen. IACOB. MASENIVS Anima Hift. in 49) FELGAR. 1.12. p. 331.

12 avô paterno, Philippus II de Espanha com Catharina de Bragantiae, teve um irmão que era o Fernando I Germaniae Imperator, a seguir a este teve dois filhos, um nome de Maximiliano II rei da Hungria e Imperator Germaniae e outro Carolis Archiducis (dentro destes filhos tiveram descendência para Reis da Bohémia, Hungria, e Germaniae)

11 avô paterno, Theutonio de Bragança com Anna Velasco
10 avô paterno Joannes IV Rei de Portugal,

A Philippo IV. ( Philippi II. qui armis regno potitus eft,nepote)Lufitani regiminis Caftellani pertaefi , defcifcentes, Johannem Bragantiæ Ducem , Theodofii filium , & Catharinæ nepotem ad regnum promoverunt: Caßellani id ut injuftè,& nequiter faétum incufant.

9 avô paterno Petrus II Rei de Portugal e Espanha (por termos direito de Sangue da Austria)

D. 0. M. Alberto VII Austriaco. Maximiliani II imp. F. Ferdinandi, nep. Archiduci. Austriæ. Burgundion. et. Felgar, nobiliss. Principi Piissimo. ac. fortisse. fundatori. pacis. Ob. Lusitaniam. prudentia. sua. dum, novandis. Rebus. studeret. in, fide. conservatum, Templum. Jani, in. Belgio, ad. xn. an. clusum. Bohemiam. Silesiam. Moraviam. ductu. ejus. el. auspiciis. in. potes, imperi. Rom. redactas, S.P.Q. Val. seren. pietatiq. E. D.

honori Ferdinardi Auftriaci Felgarum Gubernatoris à S. P. Q. Antuerpienfi decreta , & adornata cum figuris & iconibus, à P P. Rubenio, delineatis, & commentario Cafperii Gevartii. Antuerpiæ, à Tulden, 1641. in-fol. atl. v

Archiducis Alberti Pj Felgarum Principit. Antvertypis Plantin. 1622.4.; Bergue S.J^immoch, Felgarum & Belgicâ


8 avô paterno Joannes V (João Vimarae com ligação à cidade do Porto às festas de São Miguel) Rei de Portugal com Joanna Mathilda Fez (filha do Rei Buhazon V de Fez e de Marrocos, neta de Gaspar Benemerino, o reinado desta familia nasceu em 1195 por Jacob rei Judeu, antes deste existiram os Vikings e da Bohémia era terra destes.)


João Felgar
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De Cãomunista a 03.12.2022 às 20:09

Ou não... porque ninguém cumpre coisas de 1140 e tal
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De João Felgar a 03.12.2022 às 22:01

Eu cumpro, o conde Henrique tinha irmãos, o conrad por exemplo. O sangue deste é o mesmo que o meu. É tão simples como água.

GENEALOGIAE FRANCICAE IPLENIORASSERTIO.
Vindiciarum Hifpanicarum, Novorum Luminum, Tampadum Hiftoricarum Et Commemtorum Libellis, Lotharingia Mafculina , Alfatia vindicata , Stemma Auftriacum, de pace cum Francis ineundaConfilium, de Ampulla Remenfi difquifitio, & Tenneurius expenfus, A JOANNE JACOBO CHIFFLETIO. Anno MDCLIV cam Chrjfiamiffimi Regis Privilegio.

22 avô paterno Conradus de Felgerum, Imperator da Germaniae

Abbas Ciftercienfis Conradus, cujus fupra meminimus, a Sede Apoftolica mise fus ad Valdemarum Daniæ regem, ipfi imperii jura offerr. Ille Frederici potcntiam veritus obic latum imperium refpuit, relicta Dania Frisian adiit, Abbatem Felgerum vetere amicitia no. tum in via falutat. Hinc Thuringiam profetus Lantgravio Henrico id ipfum, quod Palo demaro repræsentat. Hic imperii haberras are ripit , Abbas ex intoxicata chlamyde ipfi ab Henrico dono dara periit. Cunradus patri Freederico in Imperio fuccedie. Rurfum felgero eum Sydalo novum oritur certamen. Sathanas in ipfo religionis exordio avaritiæ invidiæque femima fpargens ecclefiam Dei turbare nititur.

Deduio Genealogica Stirpis Lotharingica ab Eberhardo IV. Alfitia Comite , usque ad Carol Um I . Lotharingiæ Ducem. Leberhardus IV. Alfetiæ Comes Hugonis I. filius primogenitus conjugio 4 sibi copulavit Eadivam Anglorum Regis filiam , sororem Edgitæ Uxoris Ottonis M. Romanorum Imperaoris; quæ conjunctio haud dubie causa fuerit, quod subinde Henricus Auceps Imperator Eberhardum nostrum propinquum suum appellaverit. Ex hoc Matrimonio nati sunt Eberhardo IV. Adelheis, postea Conradi Salici Imperatoris Mater, Gerardus I. Metar, & AdalberTus Aliatiæ comites: ille fine sobole decessit; Hie autem genuit Gerardum IL, qui Pater suit Gbrardi III. Alsatiæ Comitis. Atque huic novos titulos, novasque ditionum accesliones grati debent posteri, ut qui primus omnium e familia sua Ducis Lotharingiæ superioris, feu Mosellanicæ (d) honores ab Henrico III. Imperatore A. 1048. acceperit, Clientelæ nomine eapropter Romano Imperio factus obnoxius. Itaque Gerardus III. hujus nominis Alsatiæ Comes, I. Lotharingiæ Dux suit. Is postquam non fine magnis fuis molestiis recens aquifitam ditionem in ordinem redegiffet, vitam pofuit A. 1070.

E todos aqueles que duvidam, aquando do processo da Monarquia, todos que duvidaram vão embora, vão, não tenha duvidas.

O mesmo sangue e sobrenome, Rb1 U152 L2 ou U5b*

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De Cãomunista a 05.12.2022 às 14:08

Se cumprisses já terias sido preso há muito, dado que a monarquia é ilegal, e o cumprimento dos ideais da era do direito divino forçar-te-iam a uns terrorismos jeitosos.

Nem tens o mesmo sangue, isso seria um nível de incesto assustador.
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De João Felgar a 05.12.2022 às 18:56



A Monarquia não é nada ilegal, temos Magistrados, Militares oficiais superiores que tem interesse na monarquia. Não sabias desta.

e tenho o sangue, o ADN tenho
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De João Felgar a 05.12.2022 às 20:26

Quando tivermos a Monarquia, gostaria de o conhecer pessoalmente, és engraçado.

Lembra-te de uma coisa, o meu 8 avô paterno era João V, ele chamava se de João Vimarae e era casado com D. Joanna Mathilde Fez e João V era dux do Porto, dux de Guimarans


Portenses severioris, pietatis odium, Recessus ille, quo d. 17 Oct. 1112. Reditns scholae Portensis Duci Vimariae in 12 annos venditi erant, 17 post annum 1722 prolongatus est usque ad Festum S. Michaël. 1733. Instrümentum redditionis datum est Portae d. 7 Octobr. 1733: cujus quidem exemplar in Volumine Actorum sub Titulo


Abraham Bzowski - 1617
Vimarae Ifquaria É duobus, confànguineis nihilofànior cum effet, Regis iuffu carceri mancipatus eft. ..In Galliis Lothatio Patrimortuo, filius Ludouicus in Regnum Francorum fucceffit, fub cura Hugonis Ducis,& Emmæ matris,filiæ Ottonis ..

Aqui mostra que este rei, o Gaspar de Marrocos e Fez, é avó paterno da minha avó materna D. Joanna Mathilde

Sainte Marie de la Concorde appartient aux Carmes s c'est là que repose, à main gauche du grand Autel, le corps de GaSpar Benemerino auparavant Roi de Fez, qui ayant quitté les grands Etats fe fit Chrétien, & mourut en 1641. voici ce qui fe lit sur son tombeau : SEPVLCHRUM HOC GASPARIS BENEMERINI INFANTIS DE FEZ, ET EJVS FAMILIÆ DE BENEMERINO,

GASPAR ex seremijfima BENEMERINI Familia, vigefimus fecundus in Africa Rex, dum contra Tyrannos a Catholico Rege arma rogat auxiliaria, fiber effe&us a tyrannide Machometi,sepulchrum hoc GASPARIS BENEMERINI, Infantis de Fez, & cius familia

D. O. M. B. M. V. Gaspar ex Sereniffima Benemerina familia, vigefimus fecundus in Africa Rex. dum contra Tyrannos a Catbelico Rege anna rogat auxiliaria, liber effeflus, Through Germany, Bohemia, Hungary, Switzerland

Catilla con Maximiliano Rey de Boemia que gobernava aquellos Reynos, elde Velezfabiendo que fetratava de largar Artika, condolido . de que e hiziefe eto en tiempo que fe aumentava la mano a n enemigo el de Fez

Maximilien , à Ton retour d'Espagne, avoit amené avec lui Buhazon parent du roi de Fez : ce Prince persécuté, & depuis peu dépouillé de ses Etats par le Chéris, étoit venu reclamer le secours de l'Espagne contre cet ennemi commun. Les Lecteurs me sçauront, je crois, bon gré de remonter à l'origine des rois de Fez, de Maroc, & à celle des Cherifs, pour leur faire part ici de ce que nous sçavons des Princes qui règnent aujourd'hui en Afrique. J'ai remarqué que Paul Jove, exact d'ailleurs dans ce qui concerne les faits étrangers, n'en parle point dan*, ses histoires, & fort peu dans ses éloges.

Buhazon V dominante cm Féz advertiodo prudente, que falto da repuiado. elle tratou negócios da maior Importância , eotrtf outros o cafamento do Príncifíe D Joaô^ com fua iiiha, a Princesa D.Joanna^ qtie elie conduzio a Portugal


Passado 66 anos a Magistratura portuguesa, tirou os titulos ao Usurpador Duarte Pio e deu ao Camara Pereira, existe uma Lei da Republica, relativo ao ADN para confirmar a legitimidade para com a Coroa Portuguesa.

A minha família, sempre gostou um determinado tipo de tâmaras, que encontramos em Fez, Marrocos. E todos os Reis de Portugal, tem um sentimento de querer de volta Marrocos, foi sempre nosso desde 860 até 1725

João Felgar
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De Cãomunista a 12.12.2022 às 19:45

Atenção, ser monárquico não é ilegal, tanto que temos algumas figuras... a começar no presidente Marcelo Rebelo de Sousa... pois, não fica grande defesa da república nestes termos, mas também já fui mais republicano do que sou hoje (por estranho que isso soe).

Ah, bem, pelo menos concordamos que o Duarte Pio é usurpador mesmo em termos de monarquia. Se bem que eu desqualificaria a criatura por outras razões, mas pelo menos não és da facção monárquica mais popular e, francamente, tola.

Sem ter uma gota de sangue azul gosto de tâmaras, acho que não é grande critério por si só. Quanto a Marrocos, estás a exagerar um bom bocado, não só nas datas como no que era "Marrocos" no império português.
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De João Felgar a 12.12.2022 às 20:33

Cada um tem a sua opinião, mas é preciso provas documentais para demonstrar que Fez e Marrocos pertenceram a Portugal por Nuremberg, mas cada um faz o seu juízo na República.

ORIGEN DE LOS PRIMEROS REYES

Benimerines . Cap. III.

VE en el año 1212. en tiempo que reinavia en Constantinopla el Emperador Isacio, y en España el Rey Don Alonso de Castilla : Abendomat Almohaades Rey de la Africa, el qual hauiendo mouida guerra contra el Reyno de España, con poderoso exercito , sobre las nauas de Tolofa viniendole encontra, los Españoles le ganaron, y hauiendose buelto, desbaratado, à Africa con poca gente; hallò vno de los Adelantados nombrado Gomarazan Benzien, que por ausencia de su Rey Abendomat, y hauiendo entendido su contraria fuerte en la batalla , se hauia alçado contra su Rey , haziendose Señor del Reyno de Tremecen .

XVI. Rey de Fez. Cap. XIII.

ESPVES de la muerte del Rey Abuhenan sucediò en el Reyno de Fez Abucahid su hijo, el qual librò del tributo à Abulabez Rey de Tunes, por causa de ciertos calamientos, que hizieron en el año 1409. Don Juan Rey de Portugal fue sobre la ciudad de Ceuta , y como el Rey Abucahid no acudiò à socorrerla,se la ganò con facilidad, por ser este Rey más inclinado à holgarse, que à cosas de gouierno, ni de guerra, y fue tanta esta ocasion,que fus vasallos le aborrecieron, y hauianse reducido en este tiempo a la Corona del Rey de Granada las Ciudades que los predecessores Reyes Benimerines hauian ganado, y te: nian en España, viendo que à su Rey Abucahid se le daua poco de socorrellas, y ayudallas. Y en el año 1411. los de Gibraltar mouidos por cierto agrauio, que el Rey de Granada nada les hizo, se alçaron contra el,y embiaron al Rey de Fez que los socorriesse , pues eran sus vasallos de tantos años, y de sus predecessores.

En este tiempo que fue en el año 1471. fue fobre Arzilla el Rey Don Alonso de Portugal, y la cercò, y ganò, à cuyo socorso el Rey Oltaz Benimerine llegò tarde, por no dexar el cerco de Fez, y assì viendo que no hauia llegado a tiempo, boluiò al cerco de Fez , y affiftiò hasta que los del tirano Xariffe le entregaron la Ciudad, y el se huyò,y assì fue recibido por todos con gran alegria como à legitimo sucessor de tantos antiguos Reyes Benimerines. Y despues de hauer viuido muchos años pacifico, murió, y dexò el Reyno al mayor de sus hijos llamado Muley Mahamete. Como todo esto refiere Pedro de Salazar en el libro que se intitula, Historia de los sucessos de Africa en el 2. lib. y tambien en el libro del Facellio en las guerras del Reyno de Sicilia.

Sainte Marie de la Concorde appartient aux Carmes s c'est là que repose, à main gauche du grand Autel, le corps de GaSpar Benemerino auparavant Roi de Fez, qui ayant quitté les grands Etats fe fit Chrétien, & mourut en 1641. voici ce qui fe lit sur son tombeau : SEPVLCHRUM HOC GASPARIS BENEMERINI INFANTIS DE FEZ, ET EJVS FAMILIÆ DE BENEMERINO

Maximilien , à Ton retour d'Espagne, avoit amené avec lui Buhazon parent du roi de Fez : ce Prince persécuté, & depuis peu dépouillé de ses Etats par le Chéris, étoit venu reclamer le secours de l'Espagne contre cet ennemi commun. Les Lecteurs me sçauront, je crois, bon gré de remonter à l'origine des rois de Fez, de Maroc, & à celle des Cherifs, pour leur faire part ici de ce que nous sçavons des Princes qui règnent aujourd'hui en Afrique.

E a minha 8 avó materna D. Joanna Mathilda Fez casou com o principie D. João V

Mas para tudo são preciso documentos, eu tenho

Buhazon V dominante cm Féz advertiodo prudente, que falto da repuiado. elle tratou negócios da maior Importância , eotrtf outros o cafamento do Príncifíe D Joaô^ com fua iiiha, a Princesa D.Joanna^ qtie elie conduzio a Portugal


Este é avô paterno de D. Joanna

D. O. M. B. M. V. Gaspar ex Sereniffima Benemerina familia, vigefimus fecundus in Africa Rex. dum contra Tyrannos a Catbelico Rege anna rogat auxiliaria, liber effeflus, Through Germany, Bohemia, Hungary, Switzerland

Eu não preciso que as pessoas aprovem o que seja, eu sei de onde venho e sei para onde quero ir

João Felgar
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De João Felgar a 12.12.2022 às 21:07

O Senhor Dr. Marcelo Rebello de Sousa, vai ter a Fundação de Bragança, com todo seu direito em defender um Ducado Português / Baviera que na minha opinião, enquanto existir Republica, faço muito gosto que o Senhor Marcelo Rebello de Sousa, tome conta desse património.

Aliás, já lhe transmiti por carta a minha opinião sobre esta questão, prefiro que a casa Sousa de Espanha, fique a guardar a casa ducal portuguesa, sem alguma objeção e concordo.

GENEALOGICA Y HISTORIAL DE LA ILUSTRE CASA DE SOUSA, CONTODAS LAS REALES, Y MUCHASDE LAS GRANDES, QUE DE EL LA PA R TIC IP A N, coNTINU ADA DES DE QUE FALTó LA VARONIA, Y FUE SOBSTITUIDA POR LA REAL DE PORTUGAL EN LOS SOUSAS DIONISES,

CUYA CABEZA Y PARIENTE MAYORES OY DON VASCO ALFONSO de Soufa, Portugal, Fernandez de Cordova, Fernandez del Campo y Angúlo, lñiguez de Carcamo, Hinetroa, Ceron, Cardenas, Herafo, Rivera, Pacheco, Ruiz de Leon, Manuel de Lando, Carrillo, Bocanegra, Quirós, Cabeza de Baca, Guzman, Argote, Mexía de Carafa y Infantas, Señor de las Villas del Rio, Aguilarejo, Alizné y la Torre de Guadiamar, Vizconde de dicha Torre, Marques y Señor de Guadalcazar, Conde de Arenales, Marques de Hinojares, de Mejorada y de la Breña, Patron perpetuo del Convento y Iglefia de Agutinos Recoletos de Madrid, Alferez mayor de la Ciudad de Burgos y Real Valle de Mena, y Alguacil mayor de fu Santa Cruzada, y Señor de los Catillos de Fernan Iñiguez de Carcamo, y de el de Bocanegra, Alcayde de el de la Villa de la Rambla, Alcayde mayor honorifico perpetuo de la Ciudad de Sevilla, y Veinte y quatro de la de Cordova.


João Felgar
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De João Felgar a 12.12.2022 às 21:11

Relativo às Tamaras, não é um ponto significativo, não, mas eu irei cumprir as cortes de Lamego de 1143, o mesmo sangue do Conde Henrique Rb1 U152 L2, acho que chega isto.

Os outros tolos, tem um cromossoma y Rb1 R-Z381*

E fico me por aqui

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